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20 agosto 2020

O DIREITO À ESCOLHA

Por Cícero Manuel dos santos

A estabilidade democrática deve se fortalecer e se consolidar a cada nova eleição. As concorrências eleitorais nos municípios, já estão em pleno vapor, elas são mais um passo no caminho para fortalecer e consolidar a democracia. Penso ser esse um caminho para uma sociedade em desenvolvimento, pois as eleições municipais são uma ótima oportunidade para a prática coletiva da cidadania, onde deve se solidificar a cultura da participação popular e o direito à escolha.

São nos município onde acontece o cotidiano das pessoas, os municípios são as bases onde tudo é realizado. Assim, os municípios têm o papel principal na formulação e na aplicação das políticas públicas. De maneira que, é através desse sistema, onde a qualidade de vida do povo brasileiro é dada pelo ambiente vivido em cada município. Portanto, fica claro que são nos municípios onde o cidadão deve exercer de forma plena e com muita responsabilidade o Direito à escolha.

As eleições municipais estão às portas e elas têm características próprias. Neste período as discussões principais precisam ser em torno de ações no município e devem ter como objetivo a melhoria da qualidade de vida do cidadão e do município de forma em geral.

Neste pleito, o cidadão de cada município tem a grande oportunidade e a responsabilidade de decidir o futuro da sua cidade. O voto é um instrumento poderoso para a transformação de cada município deste nosso amado Brasil. Somos nós, eu, você e cada habitante, que temos o direito à escolha e assim precisamos exercer esse direito no momento de selecionar os candidatos comprometidos com a ética, a honestidade e o interesse público.  Que Deus nos ajude a exercemos com sabedoria o nosso direito à escolha.

11 março 2017

Cristianismo Confuso


Confesso. Tenho muitas dificuldades para entender esse cristianismo dos nossos dias, não entendo certas coisas. Vejo algumas pessoas postando pensamentos referentes aos reformadores, ao Calvinismo, ao Arminianismo, a Sporgeon, aos puritanos e tantos outros pensamentos de pessoas e movimentos que amavam á Cristo e a sua igreja e que tinham as marcas da devoção, do zelo pela igreja e uma paixão fervorosa pelas almas. No entanto confesso, não entendo como esse cristianismo dos nossos dias pode "amar" tudo isso, serem tão "Espirituais", saberem tanto sobre teologia, e não frequentam escola bíblica, nem cultos de doutrina, não evangelizam, não visitam, não mantém comunhão com os irmãos, não colaboram em nenhuma área da igreja. Sinceramente não entendo uma fé que não faz, nem preparam outros pra fazer, nem leva outros a crê.
Lamentável, mas é esse o cristianismo dos nosso dias que alguns querem viver. Quanto a mim, perdoe-me, mas recuso a aceitar tal hipocrisia.
Pastor Cícero Manuel dos Santos.

05 março 2017

A difícil arte de conviver com pessoas azedas.



 É muito difícil conviver com pessoas azedas. Elas se metem todos os dias em togas invisíveis, prontas para julgar o mundo, para determinar segundo sua lógica distorcida, o que é certo e errado. Têm ares de sabedoria, mas são emocionalmente ignorantes.

Estão sempre com o dedo em riste, prontas para apontar defeitos. Não aceitam ninguém que seja diferente delas, que pense algo diferente ou que faça o que quer que, seja de outro jeito que não seja o jeito delas. Escolhem com quem e quando é conveniente ser “legal”.

Em geral, são muito metódicas e perfeccionistas. Não toleram nenhum erro alheio. Estão sempre atentas a qualquer deslize do outro. Pensam que nunca erram. Acham que todos os seus defeitos devem ser perdoados. Só escutam o que lhes convém. Humilham pessoas à sua volta por motivos banais. E, quando confrontados, negam seu comportamento, acham graça na sua exasperação e, não raras vezes, deixam você falando sozinho.

Nas raras vezes em que estão de bom humor, acham que todo mundo tem obrigação de festejar a sua alegria. Gente assim é um verdadeiro teste de paciência diário. Sou capaz de amá-las. Afinal, o desafio está justamente em amar aqueles que te fazem duvidar do amor.
Mas não me peça para reverenciá-las ou desperdiçar com elas a minha biológica habilidade de ser doce e generosa. Hipocrisia não faz parte do meu vocabulário!                                    


                                                 Blog de JOSIE CONTI

A promessa e o Espírito


  
Quando o Espírito Santo foi derramado á igreja por ocasião da festa de pentecostes, Pedro reconheceu o acontecido como cumprimento da promessa que havia sido profetizada por Joel, ao afirmar categoricamente:Mas isto é o que foi dito pelo profeta JoelAt 2.16. Para em seguida cita a profecia completa nos versículos 17-21. Pedro também, em sua preleção, compreendeu que a capacitação dada pelo Espírito no pentecostes confirmava a plenitude e o poder da nova aliança pelos méritos de Jesus Cristo. Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.
De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis.

(At 2.32-33).
Uma vez que a promessa revelada por Joel seria de maneira ampla. Filhos e Filhas, Jovens e Velhos, Servos, e Servas. Nisso vejo que o Apóstolo Pedro esta em plena harmonia com o pensamento do Apóstolo Paulo quando ao falar aos Gálatas que a lei não pode invalida a promessa ele diz: “Pois todos vós sois Filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Ga 3.26). Em outro momento Paulo Também havia dito que Deus cumpriu plenamente em nós, seus Filhos, essa promessa, ao ressuscitar Jesus. (AT 13.33).
Percebe-se claramente que os Apóstolos entenderam o cumprimento da promessa e o derramar do Espírito Santo como características principais da nova aliança. Alias isso fica evidente nas palavras de Pedro quando ao concluir o Sermão e é interrogado pelos seus ouvintes sobre o que fazer. “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”.
(Ato 2.38-39).       
 Portanto, irmão tomo emprestado às palavras de R.C Sproul. No seu livro Espírito Santo, e assim, concluir essa breve reflexão. “O que era uma profecia para Joel, se tornou uma realidade histórica no dia de pentecostes , quando Deus tomou do Espírito que estava sobre Jesus , o mediador da nova aliança, e o distribuiu, não apenas a setenta crentes, e sim, a todos eles”. No Amor de Cristo.

                                   Pastor Cícero Manuel

21 novembro 2016

Autoridade, Liderança, Obediência e submissão.

“Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles”... (Hebreus 13:17a)
    O que é autoridade? É o legítimo poder de comando ou de ação. O líder é aquela pessoa que reúne as condições necessárias para conduzir o grupo ao objetivo comum. Do passado ele precisa trazer conhecimentoexperiência e, como resultado, habilidade. Em relação ao presente, precisa ter ampla e clara percepção. Quanto ao futuro, o líder precisa ter visão. Estamos falando de conceitos ideais. Na prática, destaca-se a pessoa que consegue reunir a melhor combinação possível desses elementos.
Nós, que estamos debaixo de autoridade, devemos obedecer. Sabendo que nossos líderes estão se empenhando por exercerem uma liderança sábia e justa, nada nos resta senão a fiel obediência. E por que o faremos? Todo grupo tem um objetivo que justifica sua existência. Se obedecermos, estamos contribuindo para que o objetivo seja alcançado. Se desobedecermos estamos traindo a nós mesmos e prejudicando todo o grupo. O grande problema da história de Israel foi a desobediência. Aliás, o grande problema da história humana é esse.
 Adão e Eva tinham um único mandamento para cumprir e conseguiram desobedecê-lo. E assim continua até hoje. O povo de Israel foi desobediente ao Senhor. As conseqüências foram maldições diversas, inclusive o cativeiro, a perda da terra de Canaã e a dispersão pelo mundo afora. Submissão é diferente de obediência. Submissão é o compromisso, a postura, atitude interior. Obediência é o cumprimento de uma ordem específica. Precisamos, portanto, ser submissos e obedientes. Uma coisa não é suficiente sem a outra. Aquele que diz ser submisso, mas nunca cumpre uma ordem, deverá rever sua posição. Mas existem também aqueles casos de pessoas que cumprem ordens, mas estão se remoendo por dentro. São obedientes, mas não são submissas. Isso é mais comum em situações hierárquicas, onde se utiliza o termo "subordinado". Querendo ou não, o soldado vai obedecer ao comando. Na igreja, porém, o que se deseja é que sejamos obedientes e também submissos.
 A submissão está no coração, nas intenções. Quem é submisso, obedece até na ausência do líder e jamais murmura pelos cantos, pelas rodas de amigos e corredores da igreja (Fp2.12). Grande coisa é viver na obediência, sob a direção de um superior, e não dispor da própria vontade. Muito mais seguro é obedecer que mandar. Muitos obedecem mais por necessidade que por amor: por isso sofrem e facilmente murmuram. Esses não alcançarão a liberdade de espírito, enquanto não se sujeitarem de todo o coração, por amor de Deus. Anda por onde quiseres: não acharás descanso senão na humilde sujeição e obediência ao "superior".
A imaginação dos lugares e mudanças a muitos tem iludido. Verdade é que cada um gosta de seguir seu próprio parecer e mais se inclina àqueles que participam da sua opinião. Entretanto, se Deus está conosco, cumpre-nos, às vezes, renunciar ao nosso parecer por amor da paz. Quem é tão sábio que possa saber tudo completamente? Não confies, pois, demasiadamente em teu próprio juízo; mas atende também, de boa mente, ao dos demais. Se o teu parecer for bom e o deixares, por amor de Deus, para seguires o de outrem, muito lucrarás com isso.
Com efeito, muitas vezes ouvi falar que é mais seguro ouvir e tomar conselho que dá-lo. É bem possível que seja acertado o parecer de cada um: mas não querer ceder aos outros, quando a razão ou as circunstâncias o pedem, é sinal de soberba e obstinação.


                                          http://www.pastorjoelm.com/

20 julho 2016

PREGAÇÃO, DESEJO E MOTIVO: UM ALERTA PARA OS JOVENS

   
               
"Com freqüência, tem acontecido que alguns jovens com determinados dons, ao ouvirem um grande pregador, sentem-se cativados por ele e pelo que ele está fazendo. Ficam atraídos por sua personalidade ou por sua eloquência, deixam-se comover por ele e, insconscientemente, começam a sentir o desejo de ser semelhantes a ele e de fazer o que ele está fazendo. Ora, isso pode estar certo, mas pode estar inteiramente errado. Os jovens podem ficar fascinados somente pelo encanto da pregação, atraídos pela ideia de ministrarem a Palavra a audiências e de influenciá-las. Todas as formas de motivos falsos e errôneos podem se instroduzir sorrateiramente. A maneira de nos precavermos desse perigo é perguntar-nos: por que desejo fazer isso? Por que estou preocupado com isso? E, a menos que descubramos um interesse genuíno pelas pessoas, pelo seu estado e condição e tenhamos desejo de ajudá-las, estaremos corretos em duvidar de nossos motivos." (D. Martyn Lloyd-Jones)

 O texto acima foi publicado originalmente em 1972, na obra intitulada Preaching and Preachers, traduzida para o português sob o título "Pregação e Pregadores", pela Editora Fiel. Apesar dos trinta e oito anos passados desde a sua primeira publicação, ele se mantém indiscutivelmente atualizado.
 Há na atualidade, de formar clara, o risco de muitos jovens desejarem seguir carreira como pregadores, motivados pelos aspectos estéticos da pregação, e pela sensação de poder que ela provoca. Como bem colocou Lloyde-Jones, o interesse genuíno em ajudar as pessoas é que deve ser a razão central, o motivo único deste desejo.

 Uma outra questão cabe aqui ser abordada. Muitos pregadores na atualidade, estão influenciando negativamente os mais jovens, pelo fato de que os motivos que o levaram ao ministério da pregação, terem uma relação direta e estarem sob a influência da chamada cultura do narcisismo e da sociedade do espetáculo.

 Narciso, de onde se deriva o termo narcisismo, segundo a mitologia grego-romana, era um jovem de incomparável beleza. Ele pensava, em razão disto, ser semelhante a um deus. Como resultado disso, Narciso rejeitou a afeição de Eco, uma bela jovem até que esta, desesperada, definhou, deixando apenas um sussurro débil e melancólico. Para dar uma lição ao rapaz frívolo, a deusa Némesis condenou Narciso a apaixonar-se pelo seu próprio reflexo na lagoa de Eco. Encantado pela sua própria beleza, Narciso deitou-se no banco do rio e definhou, olhando-se na água e se embelezando. Outras versões dizem que enquanto caminhava pelos jardins de Eco, ele descobriu a lagoa de Eco e viu o seu reflexo na água. Apaixonando-se profundamente por si próprio, inclinou-se cada vez mais para o seu reflexo na água, acabando por cair na lagoa e se afogar.

 A conceito de cultura do narcisismo, pode ser compreendido através da breve exposição sobre o tema, feita pela Dra. Ana Almeida em seu blog:
"A sociedade actual estimula a cultura do narcisismo. Cada vez mais competimos de forma acirrada por um “lugar ao sol” num mundo em que impera a lei do mais capaz e do sucesso ou da aparência dele. As exigências de sucesso provocam um enorme desgaste. As pessoas sentem-se obrigadas a atingir metas idealizadas e a ultrapassarem a qualquer custo as suas limitações. Instala-se um conflito entre o “eu idealizado” e o “eu real” que nos leva a desenvolvermos a crença de que valemos mais pelo que temos ou aparentamos ser do que pelo que realmente somos. A ânsia de reconhecimento faz com que a aparência tenha um enorme valor; quando somos confrontados com a diferença entre aquilo que pretendemos ser e aquilo que somos verdadeiramente a nossa auto-estima sofre, e esta diminuição da auto-estima torna-nos vulneráveis à depressão."

 Sobre a sociedade do espetáculo, e comentando a obra A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord, José Arbex Jr. escreveu no livro Showrnalismo: a notícia como espetáculo (Editora Casa Amarela, São Paulo, 2001):

"O espetáculo – diz Debord – consiste na multiplicação de ícones e imagens, principalmente através dos meios de comunicação de massa, mas também dos rituais políticos, religiosos e hábitos de consumo, de tudo aquilo que falta à vida real do homem comum: celebridades, atores, políticos, personalidades, gurus, mensagens publicitárias – tudo transmite uma sensação de permanente aventura, felicidade, grandiosidade e ousadia. O espetáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida"

 Como bem coloca Joel Birman no livro Mal-estar na atualidade: A psicanálise e as novas formas de subjetividade, a cultura do narcisismo e a sociedade do espetáculo enfatizam a exterioridade e o autocentramento. Dessa forma, em se tratando de pregação e pregadores, o motivo e o desejo ficam comprometidos, visto que as necessidades do outro deixam de ser relevantes e de terem primazia, na mesma proporção em que as necessidades do próprio sujeito, norteadas pelo pensamento, sentimento e desejo narcísico, mediante o exibicionismo espetacular, ganham exclusividade.

 O outro se torna objeto de mero usufruto do sujeito narcísico, lhe servindo apenas como instrumento para o incremento da auto-imagem, mediante a manipulação através dos meios de comunicação de massa, e de uma forte ênfase na estetização da pregação, em detrimento do legítimo, salutar e bíblico propósito da pregação, e da verdadeira e bíblica razão de ser e fazer do pregador.

 Apesar do triste e atual quadro, percebo mudanças no cenário evangélico nacional, onde vislumbro a restauração da verdadeira pregação bíblica, realizada por pregadores santos e vocacionados por Deus para esta privilegiada missão, movidos pelos mais nobres e excelentes motivos, e desejosos de proporcionar o bem maior ao seu próximo, ou seja, a sua salvação, libertação, restauração, transformação, edificação, consolação e exortação, tendo como base e fundamento a Bíblia Sagrada.


                                                          (ALTAIR GERMANO)

25 junho 2016

Graça de Deus, verdadeiro manancial

   A fé se dá por satisfeita com a certeza de que, por mais que nos faltem muitas coisas que dizem respeito ao sustento da vida, Deus não nos há de faltar jamais. A principal segurança da fé repousa na esperança da vida futura, que nos foi dada pela palavra de Deus fora de toda dúvida.
Quaisquer que seja as misérias e calamidades que atinjam na terra aos que Deus abraça com seu amor, estas não podem, porém, impedir que sua benevolência seja para eles felicidade plena. por isso, quando
quisermos exprimir a suma felicidade,pusemos a graça de Deus como manancial de qual brota para nós bens de todos os tipos.

    ( Extraído da das Institutas de Calvino Tomo II, Pag 51)

13 abril 2016

Orientação em meio ao caos

 Todo Antigo testamento remete a Jesus. Ele é a mais clara revelação de Deus, e fala melhor do que toda a lei e todos os profetas sobre a obra redentora para a Humanidade. Ele oferece descanso das pesadas cargas que acumulamos e exigem deveres possíveis de cumprir, (Mat. 11: 28-30). Ele redefine as prioridades da lei e coloca a lei a serviço do Homem, e não ao contrário. Cristo oferece orientação ao caos Espiritual, emocional e moral em que vive a Humanidade.     

28 fevereiro 2016

A SUBLIMIDADE DE CRISTO NA ORAÇÃO POR MISSÕES – CRISTO, O NOSSO MEDIADOR

            O nosso desafio missionário é grande, mas uma coisa é certa, nesta grande obra não estamos sós, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos garantiu que estaria conosco, “.. e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
( Mat.28: 20).

            O ofício de Cristo como sumo sacerdote abre as portas de um verdadeiro tesouro para o crente, um tesouro que o crente deve explorar com transbordante gozo. Em seu sublime papel de sumo sacerdote, Cristo é o nosso representante (Heb. 2: 9) e nosso intercessor (Heb. 7: 25).

            Na carta aos Colossenses o apóstolo Paulo demonstra sua total confiança no Senhor para desenvolver a mais nobre das missões, ele faz isso ao orientar os irmãos à perseverarem na oração, suplicarem por ele e se portarem com sabedoria, aproveitando todas as oportunidades.”Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;
Orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou também preso;
Para que o manifeste, como me convém falar.
(Col. 4: 2-4).

 Nesta porção bíblica o missionário Paulo demonstra sua dependência em Deus e sua confiança na intercessão em favor do trabalho missionário. Paulo queria ter bom êxito na obra de missões e por isso rogava por orações, não tendo vergonha de pedir à seus amigos que orassem por ele.

            O missionário realmente precisa ser sustentado por orações em sua vida e seu ministério. Portanto meus amados, irmãos não esqueçam o exemplo deste grande missionário que entendeu muito bem as palavras de Jesus, que disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15: 5).

            Se de fato nosso propósito é proclamar a palavra de Deus, temos que ter em mente que o poder para proclamar o evangelho vem através da oração, o Espírito de Deus usa a palavra de Deus quando nos aproximamos do trono da graça.

            Então, não esqueçamos a sublimidade de Cristo nas orações por missões, pois Ele mesmo nos diz: “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14: 13-14)

            Que Deus nos ajude nesta gloriosa obra. Amém

                                                                      Pastor Cícero Manuel

22 fevereiro 2016

O legalismo dos novos pregadores

Ao ouvir novos pregadores que se acham os teólogos da atualidade, não é difícil chegar à conclusão que alguns ate certo ponto são fieis a sã doutrina, suas mensagens ate que são ortodoxas. Podemos dizer que alguns têm uma boa teologia, mas facilmente vemos que falta-lhes piedade e devoção fervorosa.

A igreja precisa ficar atenta, não pode se contentar com doutrina sem amor nem amor sem doutrina. Por mais eloquente
 e carismático que seja o pregador, não podemos separar a ortodoxia da piedade, nem a teologia da pratica do amor.

Gosto muito do posicionamento do Reverendo Hernandes Dias Lopes que diz: A doutrina é à base da vida, e a vida conseqüentemente da doutrina. Doutrina sem vida desemboca em legalismo religioso. Infelizmente isso é o que temos visto com freqüência na vida de muitos que estão se aventurando como teólogos. Penso que assim como a fé sem obras é morta, a teologia sem vida é inútil, pois o conhecimento que não gera vida é estéril.

Não me lembro quem, mas alguém já disse: “A verdade precisa atingir o nosso celebro quebrantar o nosso coração e mover a nossa vontade na direção de uma vida digna de Deus”.  Lamentavelmente a grande maioria dos pregadores que estão sendo formados pelos seminários e que se acham teólogos tem certo conhecimento, mas não têm piedade; têm informação, mas não têm transformação.
 
 A Igreja deve ter muito cuidado para não entrar na “onda” da satisfação dos ouvintes com belos discursos sem vida, pois quando isso acontece a Igreja se torna fria, legalista e sem o vigor da maravilhosa graça. 
                                Que Deus tenha misericórdia.

                                                                     Pastor Cícero Manuel

                                               

07 outubro 2015

A ênfase eclesiocêntrica

 Tenho observado com tristeza como  alguns grupos recrutam novos membros para as suas comunidades, o critério para o sucesso da Igreja ressume-se apenas ao crescimento numérico e recursos financeiros.

Parece-me que neste mundo evangélico do vale tudo que têm crescido em muitos lugares, esta presente também aqui, pois infelizmente qualquer tipo de metodologia pode ser utilizado, desde que produza números, e principalmente recursos financeiros.

 Meu desejo é que a Igreja local compreenda o evangelho, para que a partir de então pratique um evangelismos Bíblico relevante. Pois alguém já falou “Esse tipo de discurso que enfatiza apenas á teologia da sua Igreja, é tentativa de fazer proselitismo com aqueles que estão começando uma vida nova em outra comunidade”. Certamente essa mensagem não é autenticada pela mensagem do evangelho. 

Muitos não evangelizam nem fazem discipulado, mas estão se especializado em pescar em aquários. Basta uma observação de como têm sido tal crescimento, se é fruto de evangelização ou de um agrupamento de achegados que logo são envolvidos.


Vejo com tristeza que a Igreja voltou-se para si mesma, e sua ênfase eclesiocêntrica existe apenas para crescer mais e mais ate se tornar mega, o que é lamentável. 

Penso que a igreja precisa voltar-se para á evangelização e formação de discípulos, caso contraria essas comunidades que assim procedem serão megas templos com um ajuntamento de pessoas, mas não podemos chamar isso de Igreja.

Bem falou o Pastor Jonas Madureira" A pior coisa que pode acontecer na vida de uma Igreja é quando ela crescer com membros que se transferem de outra". .      Que Deus tenha Misericórdia.
                                                              ( Pastor Cícero) 

05 outubro 2015

Rachel Sheherazade lança “O Brasil tem cura” pela Mundo Cristão


O livro mostra como os cidadãos podem participar do processo de restauração do país

Rachel Sheherazade lança “O Brasil tem cura” pela Mundo Cristão
A jornalista Rachel Sheherazade lançará em novembro, pela Editora Mundo Cristão, seu primeiro livro. A obra é uma leitura política sobre a situação atual do Brasil, um apanhado a respeito da crise moral, social e cultural do país.
Sheherazade apresenta uma reflexão criativa e pessoal sobre os principais problemas e convida os leitores a juntos, descobrirem por que o Brasil enveredou-se por caminhos tão penosos, além de apresentar soluções para que cada cidadão se torne um agente de transformação.
O nome do livro é bastante otimista: “O Brasil tem cura”. E o conteúdo convida o leitor a participar dessa restauração da nação.
“O Brasil convalescente precisa de cura, libertação e restauração. E, acredite, a salvação deste país depende, também, de você. Desejo que este livro o ajude a renovar suas esperanças no Brasil e o inspire a ser um agente de transformação, a começar por seu exemplo pessoal, ao converter pensamentos em palavras, palavras em ações e ações em revolução”, diz a autora.
O lançamento acontece em um cenário de crise moral na classe política, quando os vários escândalos de corrupção fazem com que o país se afunde em uma crise política que tem assustado a população, elevando o desemprego e aumentando as taxas de juros.
Em sua obra, Sheherazade relembra momentos políticos importantes da história do país e resgata valores como justiça, segurança, respeito, cidadania, patriotismo e ética. Segundo ela esses itens são bens que tornam uma pátria um lugar digno de viver. 
Por  Leiliane Roberta Lopes
gospelprime.com.b



04 setembro 2015

Relator é aplaudido após definir família como união entre homem e mulher

Relator é aplaudido após definir família como união entre homem e mulherRelator define família como união entre homem e mulher
O Estatuto da Família poderá receber emendas até que um relatório final seja definido pelos parlamentares da comissão especial
Nesta quarta-feira (2) a comissão especial da Câmara Federal apreciou a leitura do relatório do Estatuto da Família. O relator do projeto de lei, deputado federal Diego Garcia (PHS-PR), deu seu parecer definindo que família é a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou o núcleo formado por um dos pais mais os filhos.
Ao terminar a leitura, Garcia foi aplaudido pelos demais deputados que fazem parte da comissão especial, e recebeu críticas dos que não aceitam tal definição.
O Estatuto da Família é o PL 6.583/13 que versa sobre a defesa da família através de diretrizes das políticas públicas através de projetos nas áreas de saúde, segurança e educação.
O projeto é de autoria de Anderson Ferreira (PR-PE) e como o relator afirmou aos jornalistas, o Estatuto está inteiramente dentro do que diz a Constituição Federal a respeito da família.
Sobre as famílias formadas por pessoas do mesmo sexo, Garcia propôs a criação de uma nova denominação, a “parceria vital”, para reconhecer o que ele chama de “enlace entre duas pessoas”, ou seja, não serão chamadas de famílias.
“O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão”, disse o relator.
Após o relatório, os parlamentares poderão apresentar emendas e dentro de cinco sessões eles votarão no relatório final para então colocar o Estatuto da Família em votação.
Quem se opõem ao projeto, como a deputada Érika Kokay (PT-DF), tentará impedir que projeto seja aprovado. “Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade”, afirmou a petista aos jornalistas. Com informações G1

11 agosto 2015

Tentando salvar a cobra do fogo

                                   
Um mestre do Oriente viu quando uma cobra estava morrendo queimada e decidiu tirá-la do fogo, mas quando o fez, a cobra o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo no fogo e estava se queimando de novo.

 O mestre tentou tirá-la novamente e novamente a cobra o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:

— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-la do fogo ela irá picá-lo?
O mestre respondeu:

— A natureza da cobra é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um pedaço de ferro o mestre tirou a cobra do fogo e salvou sua vida.
Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal, não perca sua essência; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, não é problema nosso... é problema deles.( Muitas vezes nos sentimos assim como esse mestre)

                                                                                                               Joemir Watthier

21 julho 2015

Falando mal da igreja.


      conversade um casal à minha frente. Eles falavam mal de sua igreja. Por certo queriam que todos ouvissem as críticas que faziam, pois o volume da voz era alto. Estavam chateados com alguma coisa que havia acontecido no domingo e dispararam os comentários maismaldosos sobre irmãos, pastor, liderança, e por aí vai.
Outro dia, estava na fila do caixa em um supermercado e, inevitavelmente, ouvi a
O funcionário que estava no caixa entrou na conversa e acabou criticando também.
Quando chegou a minha vez, este mesmo funcionário fez uma piada acerca de igrejaachando que eu fosse rir. Em vez disso, conversei por um ou dois minutos sobre a importância da igreja e o amor de Jesus por todos nós. Saí do mercado com aquela cena em minha mente. Fiquei pensando o que leva uma pessoa a expor publicamente sua própriaigreja, tornando-a alvo de chacota e ridicularização pública.
Pensei: "Se eles falam mal da igreja até para desconhecidos, imagine o que falam dentro de seu próprio lar". Com tristeza, cheguei à seguinte conclusão: o amor pela igreja de Cristo está acabando!
Quando os próprios membros da igreja são portadores de uma voz negativa e a expõem dessa forma é sinal de que não sentem mais nada por ela e a tratam como qualquer coisa menos como a "noiva de Cristo". Falar mal da igreja é como falar mal de si mesmo, afinal, nós somos a igreja. Somos membros do mesmo corpo, somos a família de Deus. Por um erro eclesiológico olhamos a igreja como se ela fosse uma realidade à parte de nós mesmos, como se existisse sem nós.
Somos a Igreja
Esse erro faz com que as pessoas perguntem: "que igreja você frequenta?" Nós não frequentamos ou somos membros de uma igreja, nós somos a igreja! A Igreja não é um lugar aonde nós vamos, mas sim é a comunidade da qual fazemos parte desde o momento quando recebemos a Jesus Cristo como Salvador.
"É fácil ser rude com a Igreja e é fácil encontrar suas falhas, mas quando você se torna cristão, você é a igreja" (Charles Conson em being the Body). Falar mal da igreja tem sido uma prática comum em todos os lugares e de variadas formas. Acaba um culto, e, nos corredores, as pessoas estão falando mal da igreja.
No FACEBOOK, muitos postam comentários falando mal da igreja. Nos programas televisivos, muitos ridicularizam a igreja e aproveitam entrevistas com cristãos para o conteúdo de suas piadas. Livros inteiros são publicados falando mal da igreja.
Minha pergunta é: qual o objetivo disso? Em minha opinião, alguém que fala mal da igrejapublicamente se assemelha a um homem que chega em plena praça pública e fala mal de si mesmo, expondo suas fraquezas e dificuldades. Ou ainda a uma mulher que escreve nas redes sociais acerca de suas frustrações e problemas pessoais.
Qual seria o objetivo de uma pessoa fazer tais coisas? Com certeza não é ajudar e nem resolver uma questão, mas apenas expor suas fraquezas e torná-las públicas. E, ao fazer isso, ela corre o sério risco de se tornar alvo de gozação, ridicularização e escárnio. 

Psicólogos, conselheiros, mentores e outros profissionais que são procurados para prestar ajuda, sempre atendem as pessoas dentro de um ambiente seguro e com as portas fechadas. Nesse ambiente, eles podem ouvir as mágoas, tristezas e problemas que lhe são trazidos com sinceridade e coração quebrantado.
Acredito que isso vale para os membros da igreja. Insatisfação ou qualquer outra manifestação de descontentamento devem ser tratados e expostos em um ambiente próprio, seguro, e não publicamente.
Amando mais a Igreja 
A fila do caixa não é o melhor lugar para falar mal da noiva de Cristo. Aliás, nenhum lugar é bom para isso. Falar mal não deveria ser uma prática cristã. Podemos avaliar, conversar a respeito e até mesmo discutir um tema, mas sair falando mal, destruindo com palavras aquilo que é alvo do amor de Jesus.  - Sua igreja - isso nunca deveria acontecer.
Deveríamos amar mais a igreja, pois, ao fazermos isso, muitas coisas que se tornam conteúdo de nossas críticas simplesmente desapareceriam. Se tornariam desnecessárias.
A Bíblia diz em 1Pedro 4.8 - "Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados" (NVI). Em outra versão, aparece a expressão "o amor cobre uma multidão de pecados" (ARC). Quem ama protege em vez de expor. É o que diz o texto!
Quando amamos a igreja, nós perdoamos as falhas dos irmãos e lembramos que nós também falhamos. Olhamos para os outros membros do corpo de Cristo com um olhar perdoador e não com ódio ou mágoa. O amor protege através do perdão e da reconciliação.

Quem mais gosta dos comentários maldosos sobre a igreja é o diabo, que faz de tudo para incentivar os próprios cristãos a falarem mal da igreja.
A noiva  
Eu não falo mal da igreja. Isso é um princípio que tenho e pretendo levá-lo adiante até o dia quando participarei da igreja celestial. Na fila do caixa ou em postagem do FACEBOOK, não me verão falando mal da igreja. Se me perguntarem se já me entristeci com algum membro da igreja, minha resposta será afirmativa e virá acompanhada da plena consciência de que já devo ter entristecido alguém também.
Já passei por lutas na igreja e, por certo, ainda passarei, mas se Jesus Cristo, que é santo e perfeito, ama a igreja, eu, que sou imperfeito e pecador, não poderei amá-la? Se Jesus morreu pela igreja é sinal de que ela é muito importante e eu, como membro da igreja, devo me sentir privilegiado e feliz por fazer parte disso. Uma imagem que me ajuda muito a nãofalar mal da igreja é a linda cena do noivo e noiva de braços dados no corredor.
Que coisa linda! Imaginar que Jesus Cristo é o noivo da igreja me traz um alívio enorme ao coração. É Ele quem dignifica a igreja, a exalta e a reconhece como valorosa. E, sendo um membro da igreja, só posso agradecer a Ele por me dar essa honra que me faz perdoar meus irmãos e seguir firme, perdoando e preservando a beleza da igreja.

 www.institutojetro.com
Autor: Guilherme Ávilla Gimenez

04 junho 2015

"Jesus teve irmãos e irmãs?"

Os irmãos de Jesus são mencionados em vários versículos da Bíblia. Mateus 12:46, Lucas 8:19 e Marcos 3:31 dizem que a mãe de Jesus e seus irmãos vieram vê-lO. A Bíblia nos diz que Jesus tinha quatro irmãos: Tiago, José, Simão e Judas (Mateus 13:55). A Bíblia também nos diz que Jesus tinha irmãs, mas não sabemos seus nomes ou a quantidade (Mateus 13:56). Em João 7:1-10, Seus irmãos vão para o festival, mas Jesus não vai com eles. Atos 1:14 descreve Seus irmãos e mãe orando com os discípulos. Depois, Gálatas 1:19 menciona que Tiago era irmão de Jesus. A conclusão mais natural dessas passagens é interpretar que Jesus tinha irmãos e irmãs sanguíneos.

Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-lO que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meio-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue.

Um segundo argumento da igreja Católica Romana é que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José de um casamento anterior, antes de casar-se com Maria. Uma teoria sobre José tem sido inventada, mas ela não tem qualquer suporte bíblico. Essa teoria acredita que ele era significantemente mais velho que Maria, tinha se casado anteriormente, tido vários filhos e ficado viúvo antes de se casar com Maria. No entanto, novamente, o problema com essa teoria é que a Bíblia não dá nenhuma impressão de que José tivera uma outra esposa antes de casar-se com Maria. Se José já tivesse pelo menos seis filhos antes de se casar com Maria, por que eles não são mencionados na sua viagem com Maria a Belém (Lucas 2:4-7), ou na sua viagem ao Egito (Mateus 2:13-15), ou na sua viagem de volta para Nazaré (Mateus 2:20-23)?

A Bíblia não nos dá nenhum motivo para acreditarmos que esses irmãos e irmãs não fossem verdadeiros filhos de José e Maria. Aqueles que se opõem à ideia de que Jesus tinha meio-irmãos e meio-irmãs fazem isso, não por sua leitura da Bíblia, mas por um conceito pré-concebido da virgindade perpétua de Maria, que é em si mesmo uma crença completamente contrária ao que a Bíblia ensina: "Contudo, não a conheceu, ENQUANTO ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus" (Mateus 1:25). Jesus tinha meio-irmãos e meio-irmãs que eram filhos de José e Maria. Esse é o ensinamento claro e firme da Palavra de Deus.

Leia mais: gotquestions.org

09 maio 2015

A missão materna

                                  
Faltam-nos palavras suficientes para enaltecer a missão de mãe. O amor materno é declamado em verso e prosa, e de fato no nível humano nenhum amor transcende o amor de mãe. A mãe se entrega, e investe o melhor do seu tempo, da sua vida, dos seus recursos e dos seus sonhos na vida dos seus filhos. É ela que como ninguém cuida dos filhos, educa e ensina-lhes os princípios e valores mais importantes da vida. As mães têm uma grande influência na formação dos filhos, na estruturação da família, na edificação da igreja e na construção da sociedade. Pensando no valor da missão materna, o grande estadista americano Abraham Lincoln disse: “As mãos que embalam o berço governam o mundo”. Vejamos alguns aspectos fundamentais da missão materna:

A mãe como educadora:

fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua” Pv 31.26. Antes de educar os filhos ela educa a si mesma, pois sabe que o seu exemplo não é apenas uma forma de ensinar, mas a única forma eficaz de fazê-lo. São elas as verdadeiras guardiãs dos valores morais. As mulheres crentes em Jesus sabem que, comomães educadoras, devem dar aos filhos não apenas o leite materno, mas também o leite genuíno da Palavra, ensinando-lhes as Sagradas Escrituras.

 A mãe como intercessora:

 “Eu orava por este menino, e o Senhor me concedeu o pedido que fiz” 1 Sm 1.27. Ninguém ora pelos filhos como as mães. Elas têm encontrado tempo para estar a sós com Deus em favor dos seus filhos, mesmo em meio a todos os outros afazeres da missão materna. Susana Wesley, mesmo tendo 19 filhos reservava um tempo no dia para orar em favor de sua família. Essa guerreira de oração levou ao mundo João Wesley, o maior avivalista do século 18. Bendito é o filho que tem uma mãe intercessora.

 A mãe conselheira: 

“Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua” Pv 31.26. Vivemos em um mundo confuso, onde muitas vozes ecoam buscando atrair os jovens, oferecendo-lhes prazeres e sucesso. As mães devem aconselhar os filhos a seguir o caminho da santidade, e não da popularidade. O maior legado que uma mãe pode dar aos filhos não é o que se compra com dinheiro, mas a orientação sábia e os conselhos sensatos que lhes servirão de farol na jornada da vida. Neste dia dedicado as mães, graças a Deus eu tenho o privilégio de poder almoçar com minha mãe, para isso estou viajando neste dia, porém quero parabenizar a todas as mães da nossa Igreja dizendo que: “A mãe pode ser uma mulher jovem ou idosa, culta ou analfabeta, rica ou pobre, mas será sempre uma mulher influenciadora”. “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor excede ao de rubis”. No amor de Cristo

                                                                  Pastor Cícero Manuel
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