21 novembro 2016

Autoridade, Liderança, Obediência e submissão.

“Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles”... (Hebreus 13:17a)
    O que é autoridade? É o legítimo poder de comando ou de ação. O líder é aquela pessoa que reúne as condições necessárias para conduzir o grupo ao objetivo comum. Do passado ele precisa trazer conhecimentoexperiência e, como resultado, habilidade. Em relação ao presente, precisa ter ampla e clara percepção. Quanto ao futuro, o líder precisa ter visão. Estamos falando de conceitos ideais. Na prática, destaca-se a pessoa que consegue reunir a melhor combinação possível desses elementos.
Nós, que estamos debaixo de autoridade, devemos obedecer. Sabendo que nossos líderes estão se empenhando por exercerem uma liderança sábia e justa, nada nos resta senão a fiel obediência. E por que o faremos? Todo grupo tem um objetivo que justifica sua existência. Se obedecermos, estamos contribuindo para que o objetivo seja alcançado. Se desobedecermos estamos traindo a nós mesmos e prejudicando todo o grupo. O grande problema da história de Israel foi a desobediência. Aliás, o grande problema da história humana é esse.
 Adão e Eva tinham um único mandamento para cumprir e conseguiram desobedecê-lo. E assim continua até hoje. O povo de Israel foi desobediente ao Senhor. As conseqüências foram maldições diversas, inclusive o cativeiro, a perda da terra de Canaã e a dispersão pelo mundo afora. Submissão é diferente de obediência. Submissão é o compromisso, a postura, atitude interior. Obediência é o cumprimento de uma ordem específica. Precisamos, portanto, ser submissos e obedientes. Uma coisa não é suficiente sem a outra. Aquele que diz ser submisso, mas nunca cumpre uma ordem, deverá rever sua posição. Mas existem também aqueles casos de pessoas que cumprem ordens, mas estão se remoendo por dentro. São obedientes, mas não são submissas. Isso é mais comum em situações hierárquicas, onde se utiliza o termo "subordinado". Querendo ou não, o soldado vai obedecer ao comando. Na igreja, porém, o que se deseja é que sejamos obedientes e também submissos.
 A submissão está no coração, nas intenções. Quem é submisso, obedece até na ausência do líder e jamais murmura pelos cantos, pelas rodas de amigos e corredores da igreja (Fp2.12). Grande coisa é viver na obediência, sob a direção de um superior, e não dispor da própria vontade. Muito mais seguro é obedecer que mandar. Muitos obedecem mais por necessidade que por amor: por isso sofrem e facilmente murmuram. Esses não alcançarão a liberdade de espírito, enquanto não se sujeitarem de todo o coração, por amor de Deus. Anda por onde quiseres: não acharás descanso senão na humilde sujeição e obediência ao "superior".
A imaginação dos lugares e mudanças a muitos tem iludido. Verdade é que cada um gosta de seguir seu próprio parecer e mais se inclina àqueles que participam da sua opinião. Entretanto, se Deus está conosco, cumpre-nos, às vezes, renunciar ao nosso parecer por amor da paz. Quem é tão sábio que possa saber tudo completamente? Não confies, pois, demasiadamente em teu próprio juízo; mas atende também, de boa mente, ao dos demais. Se o teu parecer for bom e o deixares, por amor de Deus, para seguires o de outrem, muito lucrarás com isso.
Com efeito, muitas vezes ouvi falar que é mais seguro ouvir e tomar conselho que dá-lo. É bem possível que seja acertado o parecer de cada um: mas não querer ceder aos outros, quando a razão ou as circunstâncias o pedem, é sinal de soberba e obstinação.


                                          http://www.pastorjoelm.com/

20 julho 2016

PREGAÇÃO, DESEJO E MOTIVO: UM ALERTA PARA OS JOVENS

   
               
"Com freqüência, tem acontecido que alguns jovens com determinados dons, ao ouvirem um grande pregador, sentem-se cativados por ele e pelo que ele está fazendo. Ficam atraídos por sua personalidade ou por sua eloquência, deixam-se comover por ele e, insconscientemente, começam a sentir o desejo de ser semelhantes a ele e de fazer o que ele está fazendo. Ora, isso pode estar certo, mas pode estar inteiramente errado. Os jovens podem ficar fascinados somente pelo encanto da pregação, atraídos pela ideia de ministrarem a Palavra a audiências e de influenciá-las. Todas as formas de motivos falsos e errôneos podem se instroduzir sorrateiramente. A maneira de nos precavermos desse perigo é perguntar-nos: por que desejo fazer isso? Por que estou preocupado com isso? E, a menos que descubramos um interesse genuíno pelas pessoas, pelo seu estado e condição e tenhamos desejo de ajudá-las, estaremos corretos em duvidar de nossos motivos." (D. Martyn Lloyd-Jones)

 O texto acima foi publicado originalmente em 1972, na obra intitulada Preaching and Preachers, traduzida para o português sob o título "Pregação e Pregadores", pela Editora Fiel. Apesar dos trinta e oito anos passados desde a sua primeira publicação, ele se mantém indiscutivelmente atualizado.
 Há na atualidade, de formar clara, o risco de muitos jovens desejarem seguir carreira como pregadores, motivados pelos aspectos estéticos da pregação, e pela sensação de poder que ela provoca. Como bem colocou Lloyde-Jones, o interesse genuíno em ajudar as pessoas é que deve ser a razão central, o motivo único deste desejo.

 Uma outra questão cabe aqui ser abordada. Muitos pregadores na atualidade, estão influenciando negativamente os mais jovens, pelo fato de que os motivos que o levaram ao ministério da pregação, terem uma relação direta e estarem sob a influência da chamada cultura do narcisismo e da sociedade do espetáculo.

 Narciso, de onde se deriva o termo narcisismo, segundo a mitologia grego-romana, era um jovem de incomparável beleza. Ele pensava, em razão disto, ser semelhante a um deus. Como resultado disso, Narciso rejeitou a afeição de Eco, uma bela jovem até que esta, desesperada, definhou, deixando apenas um sussurro débil e melancólico. Para dar uma lição ao rapaz frívolo, a deusa Némesis condenou Narciso a apaixonar-se pelo seu próprio reflexo na lagoa de Eco. Encantado pela sua própria beleza, Narciso deitou-se no banco do rio e definhou, olhando-se na água e se embelezando. Outras versões dizem que enquanto caminhava pelos jardins de Eco, ele descobriu a lagoa de Eco e viu o seu reflexo na água. Apaixonando-se profundamente por si próprio, inclinou-se cada vez mais para o seu reflexo na água, acabando por cair na lagoa e se afogar.

 A conceito de cultura do narcisismo, pode ser compreendido através da breve exposição sobre o tema, feita pela Dra. Ana Almeida em seu blog:
"A sociedade actual estimula a cultura do narcisismo. Cada vez mais competimos de forma acirrada por um “lugar ao sol” num mundo em que impera a lei do mais capaz e do sucesso ou da aparência dele. As exigências de sucesso provocam um enorme desgaste. As pessoas sentem-se obrigadas a atingir metas idealizadas e a ultrapassarem a qualquer custo as suas limitações. Instala-se um conflito entre o “eu idealizado” e o “eu real” que nos leva a desenvolvermos a crença de que valemos mais pelo que temos ou aparentamos ser do que pelo que realmente somos. A ânsia de reconhecimento faz com que a aparência tenha um enorme valor; quando somos confrontados com a diferença entre aquilo que pretendemos ser e aquilo que somos verdadeiramente a nossa auto-estima sofre, e esta diminuição da auto-estima torna-nos vulneráveis à depressão."

 Sobre a sociedade do espetáculo, e comentando a obra A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord, José Arbex Jr. escreveu no livro Showrnalismo: a notícia como espetáculo (Editora Casa Amarela, São Paulo, 2001):

"O espetáculo – diz Debord – consiste na multiplicação de ícones e imagens, principalmente através dos meios de comunicação de massa, mas também dos rituais políticos, religiosos e hábitos de consumo, de tudo aquilo que falta à vida real do homem comum: celebridades, atores, políticos, personalidades, gurus, mensagens publicitárias – tudo transmite uma sensação de permanente aventura, felicidade, grandiosidade e ousadia. O espetáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida"

 Como bem coloca Joel Birman no livro Mal-estar na atualidade: A psicanálise e as novas formas de subjetividade, a cultura do narcisismo e a sociedade do espetáculo enfatizam a exterioridade e o autocentramento. Dessa forma, em se tratando de pregação e pregadores, o motivo e o desejo ficam comprometidos, visto que as necessidades do outro deixam de ser relevantes e de terem primazia, na mesma proporção em que as necessidades do próprio sujeito, norteadas pelo pensamento, sentimento e desejo narcísico, mediante o exibicionismo espetacular, ganham exclusividade.

 O outro se torna objeto de mero usufruto do sujeito narcísico, lhe servindo apenas como instrumento para o incremento da auto-imagem, mediante a manipulação através dos meios de comunicação de massa, e de uma forte ênfase na estetização da pregação, em detrimento do legítimo, salutar e bíblico propósito da pregação, e da verdadeira e bíblica razão de ser e fazer do pregador.

 Apesar do triste e atual quadro, percebo mudanças no cenário evangélico nacional, onde vislumbro a restauração da verdadeira pregação bíblica, realizada por pregadores santos e vocacionados por Deus para esta privilegiada missão, movidos pelos mais nobres e excelentes motivos, e desejosos de proporcionar o bem maior ao seu próximo, ou seja, a sua salvação, libertação, restauração, transformação, edificação, consolação e exortação, tendo como base e fundamento a Bíblia Sagrada.


                                                          (ALTAIR GERMANO)

25 junho 2016

Graça de Deus, verdadeiro manancial

   A fé se dá por satisfeita com a certeza de que, por mais que nos faltem muitas coisas que dizem respeito ao sustento da vida, Deus não nos há de faltar jamais. A principal segurança da fé repousa na esperança da vida futura, que nos foi dada pela palavra de Deus fora de toda dúvida.
Quaisquer que seja as misérias e calamidades que atinjam na terra aos que Deus abraça com seu amor, estas não podem, porém, impedir que sua benevolência seja para eles felicidade plena. por isso, quando
quisermos exprimir a suma felicidade,pusemos a graça de Deus como manancial de qual brota para nós bens de todos os tipos.

    ( Extraído da das Institutas de Calvino Tomo II, Pag 51)

13 abril 2016

Orientação em meio ao caos

 Todo Antigo testamento remete a Jesus. Ele é a mais clara revelação de Deus, e fala melhor do que toda a lei e todos os profetas sobre a obra redentora para a Humanidade. Ele oferece descanso das pesadas cargas que acumulamos e exigem deveres possíveis de cumprir, (Mat. 11: 28-30). Ele redefine as prioridades da lei e coloca a lei a serviço do Homem, e não ao contrário. Cristo oferece orientação ao caos Espiritual, emocional e moral em que vive a Humanidade.     

28 fevereiro 2016

A SUBLIMIDADE DE CRISTO NA ORAÇÃO POR MISSÕES – CRISTO, O NOSSO MEDIADOR

            O nosso desafio missionário é grande, mas uma coisa é certa, nesta grande obra não estamos sós, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos garantiu que estaria conosco, “.. e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
( Mat.28: 20).

            O ofício de Cristo como sumo sacerdote abre as portas de um verdadeiro tesouro para o crente, um tesouro que o crente deve explorar com transbordante gozo. Em seu sublime papel de sumo sacerdote, Cristo é o nosso representante (Heb. 2: 9) e nosso intercessor (Heb. 7: 25).

            Na carta aos Colossenses o apóstolo Paulo demonstra sua total confiança no Senhor para desenvolver a mais nobre das missões, ele faz isso ao orientar os irmãos à perseverarem na oração, suplicarem por ele e se portarem com sabedoria, aproveitando todas as oportunidades.”Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;
Orando também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou também preso;
Para que o manifeste, como me convém falar.
(Col. 4: 2-4).

 Nesta porção bíblica o missionário Paulo demonstra sua dependência em Deus e sua confiança na intercessão em favor do trabalho missionário. Paulo queria ter bom êxito na obra de missões e por isso rogava por orações, não tendo vergonha de pedir à seus amigos que orassem por ele.

            O missionário realmente precisa ser sustentado por orações em sua vida e seu ministério. Portanto meus amados, irmãos não esqueçam o exemplo deste grande missionário que entendeu muito bem as palavras de Jesus, que disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15: 5).

            Se de fato nosso propósito é proclamar a palavra de Deus, temos que ter em mente que o poder para proclamar o evangelho vem através da oração, o Espírito de Deus usa a palavra de Deus quando nos aproximamos do trono da graça.

            Então, não esqueçamos a sublimidade de Cristo nas orações por missões, pois Ele mesmo nos diz: “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14: 13-14)

            Que Deus nos ajude nesta gloriosa obra. Amém

                                                                      Pastor Cícero Manuel

22 fevereiro 2016

O legalismo dos novos pregadores

Ao ouvir novos pregadores que se acham os teólogos da atualidade, não é difícil chegar à conclusão que alguns ate certo ponto são fieis a sã doutrina, suas mensagens ate que são ortodoxas. Podemos dizer que alguns têm uma boa teologia, mas facilmente vemos que falta-lhes piedade e devoção fervorosa.

A igreja precisa ficar atenta, não pode se contentar com doutrina sem amor nem amor sem doutrina. Por mais eloquente
 e carismático que seja o pregador, não podemos separar a ortodoxia da piedade, nem a teologia da pratica do amor.

Gosto muito do posicionamento do Reverendo Hernandes Dias Lopes que diz: A doutrina é à base da vida, e a vida conseqüentemente da doutrina. Doutrina sem vida desemboca em legalismo religioso. Infelizmente isso é o que temos visto com freqüência na vida de muitos que estão se aventurando como teólogos. Penso que assim como a fé sem obras é morta, a teologia sem vida é inútil, pois o conhecimento que não gera vida é estéril.

Não me lembro quem, mas alguém já disse: “A verdade precisa atingir o nosso celebro quebrantar o nosso coração e mover a nossa vontade na direção de uma vida digna de Deus”.  Lamentavelmente a grande maioria dos pregadores que estão sendo formados pelos seminários e que se acham teólogos tem certo conhecimento, mas não têm piedade; têm informação, mas não têm transformação.
 
 A Igreja deve ter muito cuidado para não entrar na “onda” da satisfação dos ouvintes com belos discursos sem vida, pois quando isso acontece a Igreja se torna fria, legalista e sem o vigor da maravilhosa graça. 
                                Que Deus tenha misericórdia.

                                                                     Pastor Cícero Manuel

                                               

07 outubro 2015

A ênfase eclesiocêntrica

 Tenho observado com tristeza como  alguns grupos recrutam novos membros para as suas comunidades, o critério para o sucesso da Igreja ressume-se apenas ao crescimento numérico e recursos financeiros.

Parece-me que neste mundo evangélico do vale tudo que têm crescido em muitos lugares, esta presente também aqui, pois infelizmente qualquer tipo de metodologia pode ser utilizado, desde que produza números, e principalmente recursos financeiros.

 Meu desejo é que a Igreja local compreenda o evangelho, para que a partir de então pratique um evangelismos Bíblico relevante. Pois alguém já falou “Esse tipo de discurso que enfatiza apenas á teologia da sua Igreja, é tentativa de fazer proselitismo com aqueles que estão começando uma vida nova em outra comunidade”. Certamente essa mensagem não é autenticada pela mensagem do evangelho. 

Muitos não evangelizam nem fazem discipulado, mas estão se especializado em pescar em aquários. Basta uma observação de como têm sido tal crescimento, se é fruto de evangelização ou de um agrupamento de achegados que logo são envolvidos.


Vejo com tristeza que a Igreja voltou-se para si mesma, e sua ênfase eclesiocêntrica existe apenas para crescer mais e mais ate se tornar mega, o que é lamentável. 

Penso que a igreja precisa voltar-se para á evangelização e formação de discípulos, caso contraria essas comunidades que assim procedem serão megas templos com um ajuntamento de pessoas, mas não podemos chamar isso de Igreja.

Bem falou o Pastor Jonas Madureira" A pior coisa que pode acontecer na vida de uma Igreja é quando ela crescer com membros que se transferem de outra". .      Que Deus tenha Misericórdia.
                                                              ( Pastor Cícero) 

05 outubro 2015

Rachel Sheherazade lança “O Brasil tem cura” pela Mundo Cristão


O livro mostra como os cidadãos podem participar do processo de restauração do país

Rachel Sheherazade lança “O Brasil tem cura” pela Mundo Cristão
A jornalista Rachel Sheherazade lançará em novembro, pela Editora Mundo Cristão, seu primeiro livro. A obra é uma leitura política sobre a situação atual do Brasil, um apanhado a respeito da crise moral, social e cultural do país.
Sheherazade apresenta uma reflexão criativa e pessoal sobre os principais problemas e convida os leitores a juntos, descobrirem por que o Brasil enveredou-se por caminhos tão penosos, além de apresentar soluções para que cada cidadão se torne um agente de transformação.
O nome do livro é bastante otimista: “O Brasil tem cura”. E o conteúdo convida o leitor a participar dessa restauração da nação.
“O Brasil convalescente precisa de cura, libertação e restauração. E, acredite, a salvação deste país depende, também, de você. Desejo que este livro o ajude a renovar suas esperanças no Brasil e o inspire a ser um agente de transformação, a começar por seu exemplo pessoal, ao converter pensamentos em palavras, palavras em ações e ações em revolução”, diz a autora.
O lançamento acontece em um cenário de crise moral na classe política, quando os vários escândalos de corrupção fazem com que o país se afunde em uma crise política que tem assustado a população, elevando o desemprego e aumentando as taxas de juros.
Em sua obra, Sheherazade relembra momentos políticos importantes da história do país e resgata valores como justiça, segurança, respeito, cidadania, patriotismo e ética. Segundo ela esses itens são bens que tornam uma pátria um lugar digno de viver. 
Por  Leiliane Roberta Lopes
gospelprime.com.b



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