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11 fevereiro 2012

“A IGREJA, O CÓDIGO CIVIL E O BATISMO DE CRIANÇAS”.

Recentemente uma criança de oito anos de idade que havia assumido um compromisso espiritual com a fé cristã numa Igreja evangélica foi impedida por seu responsável legal de efetivar seu desejo de se batizar, ou seja, demonstrar publicamente sua fé, eis que seu pai não autorizou o pastor a realizar a cerimônia religiosa.

É vital destacar que o batismo é essencialmente um ato espiritual, qualquer seja a orientação religiosa, e o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê o direito da criança a escolher sua religião, sendo esse um ato de fé individual, quando tem conseqüências tão somente religiosas, independente de sua capacitação legal, devendo ser respeitado pelos responsáveis legais.

Há alguns anos, foi compartilhado por um Juiz Cristão, num Seminário Jurídico direcionado a líderes evangélicos, que a justiça de Pernambuco autorizou o batismo de uma criança, filho de evangélicos, na religião afro-candomblé, em atendimento disposto ao Estatuto da Criança e do Adolescente. [...]

Já temos Igrejas Evangélicas que tiveram assembléias de membros anuladas judicialmente porque permitiram que menores de dezoito anos votassem em questões jurídicas que necessitam de maioridade civil para sua deliberação, bem como, responsáveis legais questionando lideranças de Igrejas com relação ao comprometimento de seus filhos por sua participação em assembléias deliberando assuntos legais. [...]

Por isso, o menor de idade, até completar dezoito anos, necessita da expressa autorização de seu responsável legal, para adentrar através do batismo a membresia de uma Igreja que adote o sistema congregacional, tornando-se um associado eclesiástico, sem, contudo, poder votar ou ser votado nas assembléias deliberativas com implicações jurídicas, com direitos e deveres previstos no Estatuto Associativo, como contido no Código Civil.

Desta forma, as Igrejas ou Organizações, quaisquer sejam seus sistemas eclesiásticos, devem precaver-se obtendo dos representantes legais das crianças ou adolescentes autorização por escrito favorável ao batismo, quer ele represente tão somente uma decisão espiritual, ou também uma decisão associativa, inclusive, porque a orientação bíblica é da honra ao pai e mãe, que implica no princípio da obediência espiritual. [...]."

 Fonte: Revista Palavra & Vida - CBF

28 julho 2011

Revista para escola Bíblica

      A nova Revista da aliança congregacional 
Esta edição da Revista parte para o enfrentamento aberto de vários  dos problemas que nos cercam. São 17 lições que compõe esta revista, de maneira clara e bíblica.

Lição 1 - A agonia do planeta 
Lição 2 - Células-tronco
Lição 3 - Aborto
Lição 4 - Crise na ética 
Lição 5 - Consumismo
Lição 6 - Bullying
Lição 7 - Homossexualidade
Lição 8 - Cristianismo nominal
Lição 9 - Crise doutrinária
Lição 10 - Neopentecostalismo
Lição 11 - Frieza espiritual
Lição 12 - Desafio missionário
Lição 13 - Analfabetismo evangélico
Lição 14 - Crise ministerial
Lição 15 - Escravidão tecnológica
Lição 16 - Crise na adoração
Lição 17 - Igreja e denominação


Pedidos: derp.contato@hotmail.com. Ou depósito na Conta Poupança:
 010070682-7. Variação 01. Agência 0011-6. Banco do Brasil. 
Em nome da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais 
do Brasil (enviar comprovante de depósito e endereço completo 
para o email citado anteriormente)


( Fonte graça plena)

09 maio 2010

Um filme que recomendo


O Grande Desafio

Tem filmes que valem a pena assistirmos. Esse é um deles. Baseado em fatos reais o filme mostra o quanto os seres humanos são capazes em realizações e como as vezes são incapazes no convívio. Uma história de superação e vitória sobre o racismo. Vale a pena assistir e analisar!

ograndedebateO personagem de Denzel Washington, Mel Tolson, é um professor que vive no Texas na década de 1930 e monta um grupo de debate com seus alunos universitários.

O longa, com roteiro de Robert Eisele, foi baseado na história real de Melvin B. Tolson (Washington), professor de uma pequena universidade voltada para negros no Texas no ano de 1935.

Tolson conseguiu formar um time de debate, e, com muito esforço e enfrentando o racismo, os alunos foram capazes de superar os garotos da renomada Havard em uma competição nacional.

Vale apena conferi!

19 março 2010

"Deus um delirio" - A resposta


Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de "Deus, um delírio", tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna McGrath, em "O delírio de Dawkins". Alister, outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Admirador da obra de Dawkins, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida. Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos - fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado - que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão. (Alister Mcgrath , Joanna Mcgrath - 156 páginas - Mundo Cristão)

A Bíblia não é levada em consideração



Recentemente, as vendas do livro A Cabana aproximaram-se de [sete] milhões de cópias. Já se fala em transformar o livro em filme. Mas, enquanto o romance quebra os recordes de vendas, ele também rompe a compreensão tradicional de Deus e da teologia cristã. E é aí que está o tropeço. Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?

Logo no início desta resenha, fiz uma pergunta: “Será que um trabalho de ficção precisa ser doutrinariamente correto?” Neste caso a resposta é sim, pois Young é deliberadamente teológico. A ficção serve à teologia, e não vice-versa. Outra pergunta é: “Os pontos positivos do romance não superam os pontos negativos?” Novamente, se alguém usar a impureza doutrinária para ensinar como ser restaurado a Deus, o resultado final é que a pessoa não é restaurada da maneira bíblica ao Deus da Bíblia. Finalmente, pode-se perguntar: “Esse livro não poderia lançar os fundamentos para a busca de um relacionamento crescente com Deus com base na Bíblia?” Certamente, isso é possível. Mas, tendo em vista os erros, o potencial para o descaminho é tão grande quanto o potencial para o crescimento. Young não apresenta nenhuma orientação com relação ao crescimento espiritual. Ele não leva em consideração nem a Bíblia, nem a igreja institucional com suas ordenanças. Se alguém encontrar um relacionamento mais profundo com Deus que reflita a fidelidade bíblica, será a despeito de A Cabana e não por causa dela. (extraído de uma resenha de James B. De Young, Western Theological Seminary).Portanto amigo leitor, fique longe dessa cabana.

08 outubro 2009

Deus visita a terra


Durante milhares de anos antes da vinda de Jesus, Deus visitou a Terra e demonstrou a sua procupação com nossa constante rebeldia. Ele nos visitou as vezes pessoalmente, como no monte Sinai e outras vezes através de seus anjos ministradores, conforme está escrito em Gênesis 18. Outras vezes, ele visitou o homem através de seus instrumentos humanos, os profetas, cuja mensagem foi sempre: "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor que se compadecerá dele; torne pára o nosso Deus porque grandioso é em perdoar. (Isaias 55: 6-7)
Deus sempre veio a Terra, estendendo as mãos cheias de perdão e carinho as suas criaturas. Em vez de fechar as portas do céu e desafiar o homem a encontrar o caminho de volta, na realidade, Deus estendeu para buscar o homem "veio buscar e salvar o que se havia perdido". Faz parte da sua natureza ir até onde o homem se desviou e leva-lo de volta para casa. Não foi exatamanete isso que Jesus disse? "Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também."
Graças a Deus que este é o seu desejo, isto nos alegra, em saber que estamos sendo guiados para casa a fim de reunirmos ao Pai. Este foi o motivo pelo qual Deus sempre visitou a Terra e hoje habita em nós através do Espírito Santo, isso nos traz a responsabilidade para cumprirmos o ide Jesus, para que então os homens possam conhece-lo e assim aceitarem a sua paternidade, por nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!( Pr Cicero )

04 agosto 2002

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